Atlético-MG: agente de Mariano e Patrick estuda acionar Conmebol por danos morais; entenda
De acordo com a empresa que gerencia os jogadores, a arbitragem interferiu diretamente no jogo, prejudicando a imagem dos atletas
A empresa que gerencia as carreiras do lateral direito Mariano e do meia Patrick, do Atlético-MG, informou que acionou um escritório de advocacia para estudar um processo contra a Conmebol pedindo danos morais após lances polêmicos na partida contra o Athletico-PR, na última terça-feira, pela Libertadores.
Os lances questionados pela empresa são o segundo cartão amarelo que Mariano levou após um choque com Thiago Andrade, no segundo tempo da partida. O outro lance foi no fim do primeiro tempo quando, numa disputa de bola dentro da área, com o Zagueiro Pedro Henrique, do Furacão, Patrick cai sentindo dores e alegando que foi atingido na panturrilha.
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Eduardo Coudet reclama com arbitragem em Athlético-PR x Atlético-MG — Foto: Robson Mafra/AGIF
Se marcada a infração, seria pênalti para o Atlético-MG. A Think Ball, empresa que administra a carreira dos dois jogadores do Galo, disse que a decisão foi tomada após análise dos lances:
– Submetemos nosso caso para análise da RA Law e aguardamos o parecer. Como gestores exclusivos da carreira dos atletas citados, a Think Ball entende que os equívocos foram grosseiros e prejudicaram o desempenho desportivo dos atletas, e consequentemente reflete em prejuízos no valor de imagem, bonificações, etc.
Lances polêmicos
O Atlético-MG questiona a marcação do pênalti a favor do Athletico-PR. A Conmebol divulgou, na manhã desta quinta-feira, a analise do lance que gerou a penalidade.
A jogada começou em uma batida de escanteio do Furacão em que o jogador cabeceia e a bola bate na barriga de Paulinho e depois no braço. O árbitro de campo, Pablo Echavarria, da Argentina, não sinalizou a infração e foi chamado pelo VAR, Hector Paletta.
A equipe demorou cerca de sete minutos para tomar a decisão, sendo cerca de três para buscar o melhor ângulo de câmera para análise. Durante o procedimento, os árbitros ressaltaram que o atacante do Galo ampliou o espaço com o braço aberto e bloqueou a bola, desviando o sentido que ela iria, que seria o gol.
Hulk e o técnico Eduardo Coudet questionaram e criticaram a arbitragem após o jogo.
– O Paulinho estava muito em cima, vim conversar com o quarto árbitro, falei: “Professor, a regra diz que se tiver muito próximo, não é pênalti”. Ele disse: “Exatamente, não foi pênalti, mas o VAR tem que chamar para a decisão ser do árbitro”. Só o árbitro viu pênalti. Nosso gol não posso falar se foi impedimento ou não, relatou o atacante.
Fonte Por Redação do ge

