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Brasil e China pedem que armas nucleares não sejam usadas no conflito entre Rússia e Ucrânia

Putin alerta sobre a retomada de armas nucleares se EUA instalarem mísseis na Europa, elevando tensões entre Rússia e Ocidente.

SERVIÇO DE IMPRENSA DO MINISTÉRIO DA DEFESA RUSSO/EFE/EPAmilitar russo preparando um drone hexacóptero para minerar remotamente estradas

Militar russo preparando um drone hexacóptero para minerar remotamente estradas

Brasil e China emitiram nesta sexta-feira (27) um comunicado conjunto, durante a Assembleia Geral da ONU, pedindo a não utilização de armas nucleares no conflito entre Rússia e Ucrânia. A declaração, assinada por 12 países, enfatiza a importância de evitar o uso de armas de destruição em massa, como nucleares, químicas e biológicas, e reforça a necessidade de prevenir a proliferação nuclear. “Instamos que se abstenham do uso ou da ameaça de armas de destruição em massa, em particular nucleares, químicas e biológicas. Deve-se fazer tudo o possível para evitar uma guerra nuclear”, diz o comunicado.

O grupo, que inclui países como África do Sul, Bolívia, Colômbia, Egito, Indonésia, Turquia e Zâmbia, defende uma solução pacífica para o conflito que já dura mais de dois anos e meio. O apelo ocorre em meio a ameaças recentes do presidente russo, Vladimir Putin, sobre o uso de armas nucleares caso o território russo seja atacado pela Ucrânia.

Em maio, Brasil e China apresentaram um plano de seis pontos para tentar encerrar o conflito, mas a proposta foi rejeitada pelo presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. Os signatários do comunicado também pediram que as instalações civis, incluindo usinas nucleares, não sejam alvos de ataques. Durante a Assembleia Geral da ONU, Zelensky acusou Putin de planejar ataques contra usinas nucleares ucranianas, alertando que qualquer incidente crítico na infraestrutura de energia poderia resultar em um desastre nuclear. “Um dia assim não deve chegar nunca”, declarou o presidente ucraniano.

Fonte Por da Redação

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