O Legado do COVID-19
Balanço final com o legado deixado pela COVID-19
Face aos avanços no mundo digital a que o mundo vinha assistindo, não é difícil imaginar qual seria o real momento da próxima revolução industrial. Ah, na verdade revolução tecnológica, que diga-se de passagem foi responsável por propor diversos ajustes em todos os setores.
E não é novidade para todos sobre quem foi o grande responsável por toda essa revolução. Sim, essa ascensão em que o mundo vinha, no ano de 2020 foi interrompida pelo COVID para então iniciar esse processo de revolução tecnológica, esse processo de aceleramento da digitalização do planeta.
Fato é que, inicialmente, a pandemia acabou por estagnar nossas vidas, por um momento, e o mundo inteiro se perguntava: “e agora?”.
A COVID-19 foi a doença responsável pela morte de cerca de 6,5 milhões de pessoas pelo mundo. Não só pelas mortes, a doença também foi responsável por deixar inúmeros rastros, sobretudo em nossas vidas, vez que tivemos que nos adaptar a uma nova realidade.
Mesmo nesse tempo conturbado de pandemia, pudemos tirar uma lição muito importante, talvez não da forma que queríamos, que realmente gostaríamos, mas aprendemos a dar mais valor em nossas vidas e àqueles que estão ao nosso lado; afinal, nunca saberemos o que vem pela frente.
E saindo um pouco dessa esfera individual e pensando no todo, uma vez mais, assistimos de camarote, à grande revolução que o mundo sofreu, sobretudo do ponto de vista digital.
Todavia, embora tenhamos passado por todos esses avanços no setor tecnológico e agora possamos olhar a vida de uma outra maneira, o fato é que o COVID deixou um legado, talvez não dos melhores; sim, uma gama de sequelas foram deixadas, como, por exemplo, problemas físicos relacionados à dificuldade de respirar, perda de paladar, cansaço e mal-estar, além de problemas psicológicos como agravamento de depressão e ansiedade, dificuldades de raciocínio, concentração e memória, e o pior: agravamento de doenças pré-existentes.
Se não bastassem essas sequelas deixadas, a doença ainda foi responsável por um grande lapso no mercado econômico, considerando que grandes empresas fecharam as portas e muitos negócios não se adaptaram à nova realidade, o que culminou em uma onda de desemprego e consequentemente a escassez de dinheiro, que tomou conta do mundo.
Contudo, a marca irreparável que o COVID nos deixou, e talvez a mais grave, foi o vazio deixado em quase todos os lares: a perda de algum ente querido.
Talvez essa grande potencialização da tecnologia nos faça, em um curto espaço de tempo, desenvolver pelo menos uma espécie de neutralização dos mais diversos males causados pela doença.
Haja vista que pelo menos 20% da população não contraiu e não contrairá a doença, talvez essa seja a chave para atingirmos 100% da imunização, num ajuste da vacina com base nas novas descobertas, possíveis de serem realizadas a partir dessas pessoas.
Por fim, o que nos resta hoje, é uma grande lição, vez que em todo esse tempo que já atravessamos da pandemia, notamos mudanças significativas que sofremos, principalmente em nossos corpos, que ao longo desses anos se adaptaram a essa situação caótica e, o mais importante de tudo, nos preocuparmos mais conosco, focando mais no maior e mais precioso bem que a maioria tem: a família.
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