Caso Henry: prima de Monique tem celular furtado na porta de presídio
Família aguardava alvará de soltura de professora quando foi furtada
Por Fabiano Rocha — Rio de Janeiro
28/08/2022
Uma prima de Monique Medeiros, que acompanha a avó materna do menino Henry Borel Medeiros na porta do presídio Santo Expedito, em Bangu, foi furtada no início da tarde deste sábado. A família de Monique Medeiros aguarda a chegada do alvará de soltura da professora, expedido nesta sexta-feira pelo ministro João Otávio de Noronha, do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
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Ela estava dentro do carro junto da mãe de Monique, Rosângela Costa e Silva, na porta do presídio, e saiu do veículo para falar no celular. Nesse momento, um rapaz passou numa bicicleta e furtou seu telefone. A cena aconteceu a poucos metros do 14º Batalhão de Polícia Militar. Após o furto, a vítima correu atrás do rapaz, que foi embora com o aparelho.
Minutos antes de a mãe e a prima de Monique chegarem ao presídio, um dos advogados da professora, Paulo José Gomes de Freitas, esteve no Santo Expedito. A revogação da prisão preventiva da mãe de Henry, ré por torturas e homicídio contra o filho, é “exclusiva” de Monique e não atinge seu ex-namorado, o médico e ex-vereador Jairo Souza Santos Junior, o Jairinho, como frisou outro advogado da equipe de defesa dela.
Monique voltou para a cadeia em 29 de junho, por decisão unânime dos desembargadores da 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio, após ficar quase três meses em prisão domiciliar. Ela havia ganho liberdade em 5 de abril, após decisão da juíza Elizabeth Machado Louro, da 2ª Vara Criminal, que determinou que a ré fosse monitorada por tornozeleira eletrônica.
Fonte: Por Fabiano Rocha — Rio de Janeiro

