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Parcela de 1% com maior renda no Brasil recebe quase 35 vezes mais que a metade dos mais pobres, diz IBGE

Renda mensal média das famílias mais ricas foi de R$ 15,8 mil, enquanto metade das pessoas com os menores rendimentos contava com, apenas, R$ 453. Embora permaneça excessiva, desigualdade econômica teve queda no país diante da pandemia.

Dados divulgados nesta nesta sexta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, em 2020, a parcela de 1% da população brasileira com maior renda mensal ganhava, em média, 34,9 vezes mais que metade dos brasileiros com o menores rendimentos.

Segundo o levantamento, no ano passado o rendimento médio domiciliar per capita dos mais ricos foi de R$15.816, enquanto a renda média do grupo mais pobre foi de R$ 453.

Apesar da diferença expressiva, o país viu, em meio à pandemia da Covid-19, serem reduzidas a concentração de renda e a desigualdade econômica entre a população.

Em 2019, ou seja, antes da crise sanitária global, essa diferença era de 40 vezes – a maior da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012..

“Houve uma piora do mercado de trabalho. Muita gente perdeu ocupação, mas o Auxílio Emergencial segurou quem tinha rendas domiciliares menores. Isso tornou a distribuição de renda do país menos desigual”, apontou a analista da pesquisa, Alessandra Scalioni.

Enquanto a parcela dos 10% com os maiores rendimentos concentravam 41,6% da massa, os 10% com menores rendimentos detinham 0,9%. Mas o primeiro grupo perdeu participação entre 2019 e 2020 (-1,2 p.p.), enquanto os de menor rendimento variaram positivamente.

Leia mais: https://g1.globo.com/economia/noticia/2021/11/19/parcela-de-1percent-com-maior-renda-no-brasil-recebe-quase-35-vezes-mais-que-a-metade-dos-mais-pobres-diz-ibge.ghtml
Fonte: Por Daniel Silveira, G1