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Suspeito de envolvimento na morte de delator do PCC é preso em São Paulo

Jovem de 22 anos já havia sido detido anteriormente, em dezembro, mas foi liberado durante a audiência de custódia; ele é investigado por associação ao tráfico de drogas e por vínculos com outro investigado pelo crime

Miguel Schincariol/AFPBRASIL-TIRO-CRIME

Corregedoria da Polícia Militar prendeu quinze policiais militares que são suspeitos de envolvimento com o crime organizado

A Polícia Civil de São Paulo efetuou a prisão de um jovem de 22 anos no bairro do Tatuapé, sob a suspeita de estar envolvido na morte de Vinícius Lopes Gritzbach, um delator do PCC. Gritzbach foi assassinado no Aeroporto Internacional de São Paulo em 8 de novembro do ano passado. O suspeito já havia sido detido anteriormente, em dezembro, mas foi liberado durante a audiência de custódia. Ele é investigado por associação ao tráfico de drogas e por vínculos com Kauê do Amaral Coelho, um olheiro do crime que permanece foragido.

Kauê do Amaral Coelho é considerado o primeiro suspeito identificado na investigação. Ele é acusado de ter sinalizado para os atiradores que estavam posicionados na área externa do aeroporto no dia do assassinato de Gritzbach. A polícia já possui um mandado de prisão contra ele. Recentemente, a namorada de Kauê foi detida sob a acusação de tráfico de drogas. Além disso, a Corregedoria da Polícia Militar prendeu quinze policiais militares que são suspeitos de envolvimento com o crime organizado. Entre eles, um foi identificado como o responsável pelos disparos que resultaram na morte de Gritzbach.

A delegada Ivalda Aleixo, que dirige o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), informou que as investigações estão focadas em descobrir quem foi o mandante da execução. Duas linhas de investigação estão sendo seguidas, ambas relacionadas ao PCC. Gritzbach havia firmado um acordo de delação premiada com o Ministério Público em março de 2024, no qual denunciou policiais civis por extorsão e um esquema de lavagem de dinheiro vinculado ao PCC. Ele prestou depoimento na Corregedoria apenas oito dias antes de ser assassinado.

Fonte Por da Redação

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